22 novembro 2011
21 novembro 2011
Compota de acerola
Rendimento 6 Porções
Dificuldade Fácil
1kg de acerola
500g de açúcar
1 xícara (chá) de suco de laranja
Modo de preparo
Com uma faca pequena, retire as cabinhos e caroços das acerolas. Em uma panela, coloque todos os ingredientes e leve ao fogo. Deixe cozinhar por 40 minutos ou até o líquido reduzir pela metade e as acerolas começarem a se desmanchar. Coloque em uma compoteira e conserve em geladeira até o momento de servir. Repassando recebi por email
FRITADA DE ABOBRINHA
FRITADA DE ABOBRINHA
Rendimento: 4 porções
- Ingredientes
- 1 abobrinha média, cortadas em rodelas finas (300g)
50g de linguiça calabresa cortada fina e repicada
1/2 cebola picada
1 dente de alho amassado
1/2 colher (sopa) de óleo
1/2 colher (chá) de sal
2 ovos
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1/2 colher (sopa) de molho inglês
1 colher (chá) de orégano
- Modo de Preparo
- Refogue a cebola, a linguiça e o alho no óleo. Adicione a abobrinha, mexa, tempere com o sal e reserve.
Bata ligeiramente os ovos. Misture-os com a farinha de trigo, orégano, molho inglês e as abobrinhas refogadas. Ponha toda a mistura em frigideira antiaderente fria, untada com óleo.
Deixe-a cozinhar por cerca de 5 minutos, em fogo baixo, com tampa. Vire-a e deixe acabar de dourar. Retire e sirva quente.
OBSERVAÇÃO: Vire a fritada com ajuda de um prato raso. Se ela já estiver corada dos lados, porém ainda muito mole, desligue o fogo e mantenha tampada até endurecer. Vire e deixe corar do outro lado.
Bolo de mármore com leite condensado
Bolo de mármore com leite condensado
| Tipo de receita: Sobremesa Número de doses: 8 Tempo de Preparação: 30 Minuto(s) Tempo de Confecção/Cozedura: 40Minuto( Dificuldade: Fácil |
| Ingredientes: 4 ovos 3 colheres de sopa cheias de manteiga 2 xícaras de açúcar refinado 1 xícara de leite 2 xícaras de farinha de trigo 1 xícara de maisena 1 colher de sopa de fermento em pó 1 lata de leite condensado 50g de coco ralado | Preparação: Bata as claras em neve e reserve. Em outro recipiente, bata as gemas e a manteiga. Depois acrescente o açúcar e bata até ficar cremoso. Adicione a xícara de leite quase cheia (reserve um pouco para o fermento - mais ou menos 1 dedo). Misture bem. Acrescente a farinha de trigo e a maisena peneiradas. Bata bem. Dissolva o fermento em pó no restante do leite e adicione-o. Bata mais um pouco. Acrescente as claras em neve e misture bem (Obs.: nem precisa ser na batedeira, pode misturar com uma espátula). Despeje em um tabuleiro retangular untado. Coloque no forno pré-aquecido (140-150 graus dependendo do forno) e deixe assar por uns 40 minutos ou até dourar. Assim que retirar o bolo do forno (com ele bem quente), fure bem o bolo com um garfo. Despeje o leite condensado por cima e depois cubra com o coco ralado. Dica da minha mãe: se preferir, misture açúcar refinado, calda de laranja e um pouquinho de limão e jogue por cima ao invés do leite condensado e coco. |
20 novembro 2011
Os desavergonhados
Os desavergonhados:Repassado
"Nas sociedades em que a violência e o crime são vistos como ofensas à comunidade, e não ao Estado, em que a noção de ética antecede a de direito, em que o importante é fazer o certo e não meramente o legal, há menos crime, violência e corrupção, e todo mundo vive melhor - por supuesto, o objetivo de qualquer governo"
Nelson Motta - O Estado de S.Paulo
O errado e o malfeito, a incompetência e o desleixo, a estupidez e a má-fé são próprios da condição humana. A diferença está entre os que se envergonham e os desavergonhados. No Japão civilizado, a vergonha é o pior castigo para uma pessoa e sua família, mais temida do que as penas da lei. Homens públicos se suicidam por pura vergonha. Embora seja só meio caminho para não errar de novo, o sentimento de vergonha ajuda a civilizar. Já os que não se envergonham, nem por si nem pelos outros, são determinantes para que suas sociedades sejam as que mais sofrem com a corrupção, a criminalidade e a violência, independente de sua potência econômica ou regime politico.
Em brilhante estreia no Blog do Noblat, o professor Elton Simões analisou pesquisas internacionais sobre as relações entre o sentimento de vergonha social e familiar e a criminalidade.
Nas sociedades em que a violência e o crime são vistos como ofensas à comunidade, e não ao Estado, em que a noção de ética antecede a de direito, em que o importante é fazer o certo e não meramente o legal, há menos crime, violência e corrupção, e todo mundo vive melhor - por supuesto, o objetivo de qualquer governo. Nas sociedades evoluídas e pacíficas, como o Japão, a principal função da Justiça é restaurar os danos e relações entre as pessoas, e não punir ofensas ao Estado e fabricar presos.
"Existe algo fundamentalmente errado em uma sociedade quando as noções de legalidade ou ilegalidade substituem as de certo ou errado. Quando o sistema jurídico fica mais importante do que a ética. Nesta hora, perdemos a vergonha", diz o professor Simões. Como os políticos que, antes de jurarem inocência, bradam que não há provas contra eles. Ou que seu crime foi antes do mandato.
Não por acaso, no Brasil, onde a falta de vergonha contamina os poderes e a administração pública - apesar de todo nosso progresso econômico e avanços sociais -, a criminalidade, a violência e a corrupção crescem e ameaçam a sociedade democrática. Não há dinheiro, tecnologia leis ou armas que vençam a sem-vergonhice. Só o tempo, a educação e líderes com vergonha.
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